Para lançar a primeira Central de Inteligência Antidrogas do estado, 2.200 pessoas foram treinadas e capacitadas para denunciar o uso e o tráfico de drogas na cidade. São administradores regionais, lideranças de bairros, padres e pastores que têm acesso, nesse primeiro momento, ao sistema de informática que concentra todas as denúncias.
Eles receberam uma senha e, com o CPF, pelo site www.antidrogas.curitiba.pr.gov.br podem denunciar ou ainda anexar fotos. Um desses colaboradores, que não quis se identificar por razões óbvias, diz que a principal atuação dele vai ser na prevenção ao uso de drogas.
Em agosto, um novo grupo deve receber o treinamento, e qualquer pessoa pode participar.
O software utilizado pela Central de Inteligência é o Salomão – Aquele que Tudo Vê, também usado pela Polícia Federal. De acordo com o Secretário Municipal Antidrogas, Fernando Francischini, o sistema vai ampliar o trabalho na prevenção.
O secretário disse ainda que a idéia é também cruzar informações com o 181, o Narcodenúncia, implementado pelo governo do Estado há cinco anos. Mas segundo Francischini, esse é um projeto para o ano que vem, já que o período de eleições pode atrapalhar qualquer estreitamento entre a Prefeitura e o governo.
Para operar o sistema, oito guardas municipais, instalados na Secretaria Municipal Antidrogas, recebem as informações, analisam cada denúncia e encaminham à polícia para aplicação de penas devidas. Eles são liderados por quatro policiais federais e supervisionados pelo Ministério Público do Estado.
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