quarta-feira, 18 de junho de 2008

Três hospitais devem ser construídos perto de Curiti

O secretário de Saúde do Paraná, Gilberto Martin, anunciou nesta segunda-feira que serão construídos 12 hospitais no Paraná. Três próximos a Curitiba. O anúncio foi feito na inauguração do Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Moura, no Cabral.
As unidades devem ser construídas em Paranaguá, Campo Largo e Ponta Grossa. O objetivo, de acordo com o secretário, seria desafogar o atendimento nas unidades de saúde da cidade.
De acordo com o secretário não está prevista a construção de um novo hospital em Curitiba. O ministro da saúde, José Gomes Temporão, participou da cerimônia de abertura do Centro de Reabilitação.
Durante a manhã ele também visitou o hospital Evangélico. E disse que a falta de leitos e a situação preocupante dos hospitais públicos de Curitiba são comuns em todo o país.
Apesar dos sintomas de colapso que os hospitais públicos de Curitiba têm mostrado o ministro informou que não há previsão de investimentos adicionais na saúde do Paraná. E que esses recursos só podem ser liberados caso seja aprovada na Câmara a "Emenda 29", que prevê que as prefeituras apliquem 15% e os estados 12% do orçamento na saúde.
A inauguração desta segunda-feira já é a segunda pela qual passa o Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Moura. O prédio ficou pronto há cerca de um ano e meio. Em dezembro de 2006 o governador Requião chegou a fazer uma cerimônia de inauguração junto com as pessoas que trabalharam para construir o hospital. Na época, em entrevista à Agência Estadual de notícias, ele previa que o hospital começasse a funcionar em junho do ano passado. O Centro de Reabilitação só recebeu os primeiros pacientes em 31 de março deste ano. Quase um ano depois do previsto. Os extintores, instalados assim que o prédio foi concluído, chegaram a vencer antes que os pacientes começassem a ser atendidos. Esse novo hospital não vai fazer atendimentos de emergência. Ele é direcionado para atender pessoas com deficiências físicas, como vítimas de lesão de medula ou amputados. A expectativa é que ele tenha capacidade de atender cerca de 500 pessoas por dia. De acordo com o governo, para a construção do prédio e compra dos equipamentos foram gastos cerca de R$ 35 milhões.

Nenhum comentário: